Home Data de criação : 09/02/20 Última atualização : 11/10/17 16:39 / 24 Artigos publicados

PlanSeQ da Economia Solidária  escrito em quinta 16 abril 2009 03:27

O Plano Setorial de Qualificação Social e Profissional em Economia Solidária (PlanSeQ EcoSol 2008) já possui as entidades selecionadas para execução do projeto, com recurso na ordem de R$ R$ 3.757.138,75 (três milhões, setecentos e cinqüenta e sete mil, cento e trinta e oito reais e setenta e cinco centavos).

As entidades selecionadas para este PlanSeQ foram:

- Instituto Tecnológicos de Estudos Agrários e Cooperativistas (ITAC)
- Grupo Colméias
- União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar (UNICAFES)
- Instituto Regional da Pequena Propriedade Apropriada (IRPAA)
- Cooperativa Mista dos Pequenos Produtores Rurais e Urbanos - COOESPERANÇA
- Fundação José Bonifácio da Universidade Federal do Rio de Janeiro
- Onda Solidária

Todas as Redes estão em processo de formalização de convênios. Como primeira atividade do PlanSeQ, será realizado um seminário de formação dos formadores de todas as Redes, para planejamento e delineamento do projeto políticopedagógico.

Este PlanSeQ foi criado em parceira com a Secretaria de Políticas Públicas de Emprego e a Secretaria Nacional de Economia Solidária e destina-se a 5.335 trabalhadores de empreendimentos econômicos solidários organizados em Redes de Cooperação já existentes e Redes em processos de constituição e atuará nos segmentos da Pesca, Agricultura, Artesanato, Comércio Justo e Confecções (têxtil).

Para enfrentar os principais obstáculos apontados pelas redes/empreendimentos, tais como a sustentabilidade econômica, social e ambiental, o Comércio Justo estará presente como eixo transversal. Além disso, o PlanSeQ EcoSol buscará contemplar a demanda dos trabalhadores do campo do cooperativismo social, estabelecendo como prioridade as pessoas com transtorno mental, especialmente as participantes de ações de geração de trabalho e renda acompanhadas pelo Programa de Saúde Mental do Ministério da Saúde.

Fonte:http://www.brasilocal.org.br/2009/02/planseq-da-economia-solidaria.html 

permalink

Plenária do Fórum Potiguar de Economia Solidária  escrito em quarta 15 abril 2009 04:11

Acontecerá na próxima sexta-feira (17/04), das 9hs às 15hs, no auditório da Superintendência Regional do Trabalho (SRT) - antiga DRT - a Plenária do Fórum Potiguar de Economia Solidária.

De acordo com o Relatório referente a organização da Plenária, esta se dividirá em dois momentos:

 

"1º momento:

- Realização de Debate: Economia Solidária e Políticas Publicas

- Mesa: Emerson (FBES) – Ivanise (Gestora Local – PP. Municipal em Ecosol) – Guará (Gestor Estadual –PDS) e Maria Luiza (Rep. Empreendimentos).

 

2º Momento:

- Organização do Próximo Encontro Estadual de Economia Solidária – com foco nas Políticas Publicas;

·        Captar recursos para realização do encontro

·        Metodologia

·        Mobilização"

 

Contamos com a participação de tod@s que fazem parte da Economia Solidária para que possam estar a par de todas as novidade, além de fortalecer o "movimento".

 

Saudações solidárias,

Belisa Rocha - Apoio Técnico do Projeto Brasil Local/RN

permalink

Economia Solidária Cresce no país  escrito em quinta 09 abril 2009 06:13

Tássia Navarro

De acordo com o mapeamento realizado pelo Sistema Nacional de Informações em Economia Solidária (SIES) do Ministério do Trabalho e Emprego, o número de Empreendimentos Econômicos Solidários (EES) no Brasil vem aumentando. De 2003 a 2007 foram criados quase oito mil EES no país. Na década de 1990, durante esse mesmo período de quatro anos, o número era de 3.420.

Empreendimento Econômico Solidário é uma forma de produzir e vender artefatos em grupo. As "sobras", como é chamado o lucro nesse tipo de empreendimento, são divididas entre todos os membros da associação, cooperativa, empresa autogestionária, grupo de produção ou clube de troca de forma igual. Um dos propósitos desse tipo de empreendimento é a preservação do meio ambiente. O material ultilizado na confecção de alguns produtos é reciclável e doado pela população.

Um fator que chama a atenção no mapeamento é o aumento no número de empreendimentos formados exclusivamente por mulheres. De 383 existentes no Distrito Federal, são 134, ou 35%. Ainda existem os constituídos apenas por homens e por ambos os sexos, que são 35 e 214 respectivamente. Os índices do SIES mostram, ainda, que a maior concentração de Empreendimentos Econômicos Solidários do DF está em Ceilândia, com 65. Em segundo lugar está o Paranoá, com 64. Com menor número estão Cruzeiro, com apenas um EES, e Núcleo Bandeirante, com dois.

Um exemplo de Empreendimento Econômico Solidário é a Solidart, associação que produz confecções de bordados, croché, pintura, panos de prato, decupagem, bijuterias e artesanato em geral. São 16 mulheres entre 30 e 60 anos, que se reuniam na residência da presidente da associação, Marly Mello Pereira, e agora ocupam uma loja no Top Mall, em Taguatinga Norte, onde expõem seus trabalhos.

Elas começaram a trabalhar juntas e queriam ganhar dinheiro com seus trabalhos. Em uma visita à Administração de Taguatinga, a agente de desenvolvimento do Projeto Brasil Local, Patrícia Ferreira, explicou como funciona o projeto. As senhoras se interessaram e agora, com a ajuda de Patrícia, estão agindo para conseguir a CNPJ. O Brasil Local é um projeto do Governo Federal que apoia o desenvolvimento local sustentável por meio do fomento à organização de empreendimentos coletivos gerados pelos próprios trabalhadores. É coordenado pela Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES) do Ministério do Trabalho e Emprego.

Uma das associadas, Socorro Feijó de Oliveira, conta que desde pequena sempre gostou de pintar e aprendeu sozinha. Depois que casou, teve seus filhos e passou por vários problemas de saúde, não pôde mais se dedicar à pintura. Quando pôde voltar a pintar, foi chamada por Marly para integrar a associação e obteve uma grande melhora, tanto em sua saúde como em sua auto-estima. No ano passado, ela perdeu parte de dois dedos da mão direita em um acidente em sua máquina de lavar roupas e ficou quase um ano sem pintar. Mas agora, mesmo com pequenas dificuldades, continua fazendo seus trabalhos de pintura em panos de prato, tapetes e até telhas. "Foi uma grande melhora na minha vida. O artesanato é uma terapia, tenho vontade de passar para pessoas que sofrem de depressão ou outros problemas."

As 16 mulheres se reúnem quinzenalmente com a agente Patrícia para organizar o empreendimento. Elas participam de exposições e fazem cursos que aprimoram seus conhecimentos e trabalhos. Com a formação da associação, estão vendendo seus trabalhos para conseguir juntar o dinheiro necessário para se legalizar.
A Economia Solidária move hoje, por mês, R$ 653 milhões, quase R$ 8 bilhões por ano. Segundo a chefe de divisão de promoção da SENAES, Aline Bezerra, "Economia Solidária é um jeito diferente de produzir, vender, consumir, tudo sendo feito sem prejudicar o meio ambiente e cooperando como iguais, com a crise, a economia solidária pode vir a se tornar um meio de dar emprego a quem precisa".

Fonte: Na Prática - Jornal Laboratório do IESB
http://www.iesb.br/ModuloOnline/NaPratica/?fuseaction=fbx.Materia&CodMateria=4357

permalink

Semana de ação global contra o capitalismo e a guerra Publicada  escrito em terça 24 março 2009 05:52

Este sistema se rege pela exploração, a concorrência exacerbada, a promoção do interesse privado individual em detrimento do coletivo e a acumulação frenética de riqueza por um punhado de ricos, gera guerras sangrentas, alimenta a xenofobia, o racismo e os extremismos religiosos; aguça a opressão das mulheres e aumenta a criminalização dos movimentos sociais. No quadro dessa crise os direitos dos povos são sistematicamente negados.’

(Declaración de la Asamblea de los Movimientos Sociales Belém Janeiro de 2009)

Durante o ultimo Fórum Social Mundial a Assembléia dos Movimentos Sociais se reuniu debatendo longamente os impactos da crise em suas várias dimensões.

Todos afirmavam que nesse momento é fundamental elevar a critica ao sistema e apresentar as alternativas anti-capitalistas, anti-racistas, antiimperialistas, feministas, ecológicas e socialistas. Enquanto a crise se internacionaliza os povos têm o desafio de globalizar suas ações, afinal as possíveis respostas a crise só serão alcançadas com muita luta social.

Considerando isso a Assembléia dos Movimentos Sociais convoca a semana de ação global contra o capitalismo e a guerra do dia 28 de março à 4 de abril, sendo o dia 30 de março eleito para as mobilizações na América Latina.

Essa data em especial foi escolhida, pois já estava indicada para as mobilizações Contra a Guerra e neste momento destacamos a solidariedade ao povo palestino.

 Nós, da Marcha Mundial das Mulheres, não podemos deixar de somar-nos a esse esforço. Em vários estados entidades e movimentos que participaram da Assembléia estarão preparando manifestações. É fundamental que participemos da construção a partir da CMS e outras articulações que construímos com os movimentos.

Queremos:

· A nacionalização dos bancos sem indenização e sob controle social

· Redução do tempo de trabalho sem redução do salário

· Medidas para garantir a soberania alimentar e energética

 · Fim as guerras, retirar as tropas de ocupação e desmantelar as bases militares estrangeiras ·

 Reconhecer a soberania e autonomia dos povos, garantindo o direito à autodeterminação.

 · Garantir o direto à terra, território, trabalho, educação e saúde apara todas e todos.

· Democratizar os meios de comunicação e de conhecimento.

Todas às ruas contra o capitalismo e a dominação patriarcal! Nós Não Vamos pagar pela Crise, que a paguem os Ricos!

Fonte: MMM

http://www.sof.org.br/marcha/?pagina=inicio&idNoticia=293

permalink

Carta às organizações e entidades que participam dos Fóruns de Economia Solidária  escrito em terça 24 março 2009 05:40

Coordenação Executiva do FBES

Desde a sua criação, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) tem garantido a sustentabilidade de suas ações nacionais e macrorregionais através de projetos, principalmente de nossos parceiros do governo federal (em especial a SENAES/MTE e SDT/MDA).

Na VIII Reunião da Coordenação Nacional do FBES, ocorrida ao final de 2008, ficou estabelecido como um dos eixos de ação do FBES para o triênio 2009-2011 buscar ampliar os meios de sustentabilidade financeira do FBES, em três dimensões: continuar a via dos projetos junto ao poder público; aprofundar mecanismos de captação de recursos internacionais; e avançar em formas de auto-sustentação.

O FBES tem passado por momentos importantes de crescimento e fortalecimento: agora que encerrou-se o ciclo de 2 anos de construção da IV Plenária Nacional, que regulamentou a sua estrutura e definiu seu conjunto prioritário de bandeiras principais de luta, o próximo triênio deverá ter como marca a afirmação do movimento de economia solidária junto à sociedade e outros movimentos sociais, aprofundando os debates, alianças e agendas comuns. Além disso, outra marca será a importância cada vez maior da interiorização dos Fóruns de Economia Solidária. Hoje existem mais de 120 Fóruns Estaduais, Microrregionais e Municipais de Economia Solidária, envolvendo diretamente mais de 3 mil empreendimentos solidários e 500 entidades de assessoria, além da Rede de Gestores (que hoje envolve em torno de 100 prefeituras e governos estaduais). A meta é ampliar ainda mais este número, fazendo com que cada vez mais os Fóruns Estaduais sejam construídos pelos Fóruns Locais, e o Fórum Brasileiro tenha sua agenda e ações afinadas com as agendas Estaduais e Locais.

A nova coordenação executiva, escolhida e efetivada pela Coordenação Nacional do FBES na VIII Reunião, tem a tarefa de dar conta destes enormes desafios, que são animadores e apontam para um fortalecimento do movimento em sua capacidade política de mobilização e proposição, cultural de radicalização da autogestão, e econômica de ampliação e fortalecimento dos empreendimentos solidários em redes e cadeias solidárias. Este fortalecimento não é um fim em si, mas parte das estratégias para avançarmos, junto a outros movimentos e entidades da sociedade civil, na construção de outros modelos de desenvolvimento e de sociedade, baseados na cooperação, democracia plena (em todos os âmbitos, incluindo o econômico) e diversidade cultural de base territorial.

Esta carta é dirigida ao conjunto de entidades que fazem parte deste enorme mutirão, onde fazemos duas solicitações:

1. Estamos fazendo um levantamento das entidades que aceitam ser entidades proponentes de projetos (locais, regionais ou nacionais) a serem submetidos em nome do FBES. Para isso, pedimos o preenchimento do questionário em anexo a esta carta, a ser enviado por e-mail até, no máximo, o dia 14 de abril, terça-feira.

2. Em abril, haverá uma delegação do FBES em Lxemburgo para participar como co-organizador do IV Encontro Mundial de Globalização da Solidariedade, e aproveitaremos este momento para um representante buscar fazer articulações com agências internacionais de fomento na perspectiva de captação de recursos para o FBES no Brasil. Para isso, solicitamos a vocês que nos enviem uma carta de apoio ao FBES, indicando em uma página as suas ações e a forma como sua organização participa do movimento de economia solidária e o apóia. Caso desejem, enviamos um modelo de estrutura desta carta. Precisamos receber a carta, por e-mail, até no máximo 14 de abril, pois a partida de nossa delegação em viagem será no dia 18, e vamos preparar um cadernos em várias línguas com este conjunto de cartas e uma introdução listando o conjunto de organizações apoiadoras e seus números.

Já sabemos da diversidade de organizações que, na ponta, estão apoiando a cada dia a construção do FBES em suas dimensões nacional, estadual e local. Entretanto, é importante mostrarmos a nossa cara, diversidade e força, por isso a importância destas duas cartas. Criaremos uma seção especial do site do FBES em que vamos relacionar o conjunto de organizações que enviaram estas cartas, por isso seria importante também o envio de uma logo e se possível um link de site para podermos colocar na lista.

Este pedido não se restringe apenas a entidades de assessoria e fomento, mas também a empreendimentos solidários (associações, empresas recuperadas, cooperativas, redes, etc) que estejam participando desta construção.

Solicitamos a máxima divulgação desta nossa carta para outras organizações de seu Fórum Local, para termos o máximo possível de cartas até o dia 14 de abril.

Saudações solidárias, em clima de construção e força para esta caminhada,

Modelo de carta e de questionário AQUI
permalink
|

Abrir a barra
Fechar a barra

Precisa estar conectado para enviar uma mensagem para brasillocalrn

Precisa estar conectado para adicionar brasillocalrn para os seus amigos

 
Criar um blog